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Nova Zelândia

Trekking na Terra dos Kiwis — Ilha Norte e Ilha Sul em
18 dias de expedição

A Nova Zelândia é um dos destinos de trekking mais extraordinários do mundo, um arco de ilhas moldado por vulcões ativos, fiordes milenares e picos nevados que mergulham direto no Pacífico Sul.

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São 18 dias pelas ilhas Norte e Sul, com Tongariro Alpine Crossing, Milford Sound, Lago Wanaka e Mount Cook. O grupo tem até 8 pessoas e é acompanhado por guia brasileiro da equipe Latitude 51, 24 horas por dia.

2027:
25/11 a 12/12

grupos de até 8 pessoas

Dificuldade:

fácil - médio

a partir de 6.970 USD

valor para quarto duplo ou triplo, no cartão

ou 6.700 no pix

  • Dia 01 — Auckland | Chegada e primeiro contato com a cidade
    Recepção no aeroporto de Auckland e traslado ao hotel. A maior cidade da Nova Zelândia recebe com sua silhueta marcada pela Sky Tower e pela generosa baía de Waitemata. O dia é dedicado ao descanso e a um passeio exploratório — tempo para calibrar o relógio, respirar o ar do Pacífico e sentir que a aventura está prestes a começar.
    Pernoite: Auckland.

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  • Dia 02 — Auckland › Taupo | Transfer pelo coração da Ilha Norte
    Saída de Auckland em direção ao sul, rumo ao centro geotérmico da Ilha Norte. São aproximadamente 4 horas de deslocamento, mas o trajeto em si já é parte da experiência: as paisagens vão se transformando de metrópole em campo aberto, com fazendas, morros ondulantes e horizontes que parecem não ter fim. Fazemos paradas ao longo do caminho para contemplar a paisagem e almoçar. Chegando em Taupo, há tempo para um passeio tranquilo às margens do maior lago da Nova Zelândia — o lago Taupo, que na verdade é a cratera de um supervulcão. A escala impressiona.
    Pernoite: Taupo.

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  • Dia 03 — Taupo › Tongariro | Kayak no lago e transfer para as sombras do vulcão
    O dia começa na água. Duas horas de kayak remando pelo lago Taupo, entre o reflexo das montanhas e a bruma da manhã — uma introdução suave antes dos dias mais intensos que virão. À tarde, deslocamento de 2 horas até a região de Tongariro, onde o cenário muda radicalmente: os vulcões dominam o horizonte e a paisagem assume um caráter lunar e imponente. Chegando, há tempo para passear e absorver o ambiente único das Terras Altas vulcânicas da Nova Zelândia.
    Pernoite: Tongariro.

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  • Dia 04 — Tongariro | Tongariro Alpine Crossing — o trekking mais famoso da Nova Zelândia
    Um dos trekking mais icônicos do mundo. A Tongariro Alpine Crossing percorre 20 km e acumula 1.800 m de altimetria, bordejando o vulcão Tongariro entre crateras esmeralda, campos de lava endurecida e vistas que chegam até o horizonte do Mar de Tasman. O percurso é exigente e tecnicamente variado — um dos momentos mais memoráveis de qualquer roteiro de trekking pela Nova Zelândia. Ao final da travessia, um transfer aguarda para levar o grupo de volta à base.
    Distância: 20 km.
    Ganho de elevação: 1.800 m positivo.
    Pernoite: Tongariro.

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  • Dia 05 — Tongariro › Coromandel | Transfer para a costa norte
    Longa jornada de transfer até a Península de Coromandel, um dos destinos mais queridos da Ilha Norte — e um dos menos conhecidos por quem vem de fora. São 4 horas de deslocamento, saindo de manhã e chegando por volta do almoço. Acomodados na casa, a tarde é livre para explorar a vila costeira, com suas ruas tranquilas, belas praias e o charme de um lugar que ficou à margem do turismo de massa.
    Pernoite: Coromandel.

 

  • Dia 06 — Coromandel | Trek Coastal Walkway
    Dez quilômetros beirando o Pacífico. A Coastal Walkway é uma das trilhas mais panorâmicas da Ilha Norte, com o mar acompanhando cada passo e a vegetação nativa emoldurando o caminho. O ritmo é tranquilo, o cenário é constante, e a sensação de caminhar entre o verde e o azul do oceano é exatamente o tipo de experiência que faz o trekking pela Nova Zelândia ser tão único.
    Distância: 10 km.
    Pernoite: Coromandel.

 

  • Dia 07 — Coromandel | Trek Cathedral Cove e praia de Hahei
    Um dos pontos mais icônicos da Ilha Norte. A trilha até Cathedral Cove percorre 8 km de ida e volta por um caminho que vai revelando formações rochosas cada vez mais dramáticas, até chegar ao arco natural de pedra aberto para o mar — uma catedral de rocha que surpreende mesmo quem já viu nas fotos. A praia de Hahei, ao redor, é um convite irrecusável: areia branca, água cristalina e temperatura agradável para entrar no oceano. Dia de trilha e praia em dose dupla.
    Distância: 8 km ida e volta.
    Pernoite: Coromandel.

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  • Dia 08 — Coromandel › Auckland › Queenstown | Travessia para a Ilha Sul
    Entregamos o carro em Auckland e embarcamos no voo de 2 horas que faz a travessia entre as duas ilhas. O contraste é imediato: Queenstown recebe com montanhas mais agressivas, lagos mais escuros e um ar que já cheira à Patagônia. A cidade, conhecida como a capital mundial da aventura e ponto de partida para alguns dos melhores trekking da Nova Zelândia, oferece um passeio animado à noite, com restaurantes à beira do lago e o burburinho de viajantes do mundo inteiro.
    Pernoite: Queenstown.

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  • Dia 09 — Queenstown | Passeio pela cidade e Queenstown Gardens
    Dia para habitar a cidade com calma. A caminhada beira o lago Wakatipu, um dos mais belos da Nova Zelândia, com as montanhas Remarkables como cenário permanente. O Queenstown Gardens é um capítulo à parte: um parque inteiro dedicado às flores e árvores nativas, com bordas que chegam até o lago — um contraste surpreendente com a intensidade dos trekking que estão por vir.
    Pernoite: Queenstown.

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  • Dia 10 — Queenstown | Trek Ben Lemond
    O grande trekking de Queenstown. Ben Lemond sobe 14 km de ida e volta com 1.050 m de ganho de elevação — uma subida longa e recompensadora que termina em um dos panoramas mais completos da Nova Zelândia: o lago Wakatipu lá embaixo, a cidade que parece um modelo em miniatura e os Alpes do Sul se estendendo até onde a vista alcança.
    Distância: 14 km ida e volta.
    Ganho de elevação: 1.050 m positivo.
    Pernoite: Queenstown.

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  • Dia 11 — Queenstown › Te Anau | Transfer e bike à beira do lago
    Hora de seguir para o sul. Uma hora e meia de transfer até Te Anau, a porta de entrada para os fiordes e para alguns dos cenários mais impressionantes de toda a viagem. A cidade fica às margens do lago homônimo — o segundo maior da Nova Zelândia — e recebe com uma tranquilidade que contrasta com o agito de Queenstown. À tarde, 2 horas de bike no plano, acompanhando as margens do lago: um jeito suave e prazeroso de explorar a região.
    Pernoite: Te Anau.

 

  • Dia 12 — Milford Sound | Navegação no fiorde mais famoso da Nova Zelândia
    O dia começa com 2h30 de transfer até Milford Sound — e o percurso já vale a viagem, com a estrada cortando o Parque Nacional de Fiordland entre montanhas verticais e cascatas que despencam direto na pista. Chegando, embarcamos para 3 horas de navegação por um dos fiordes mais espetaculares do planeta: paredes de rocha com centenas de metros de altura, cascatas permanentes, golfinhos e leões-marinhos compondo um cenário que parece impossível. A navegação em Milford Sound é, para muitos viajantes, o momento mais marcante de todo o roteiro de trekking pela Nova Zelândia. Ao final, retorno a Te Anau.
    Pernoite: Te Anau.

 

  • Dia 13 — Te Anau › Wanaka | Transfer e dia livre
    Transfer de 2 horas até Wanaka, uma cidade pequena e extraordinariamente bonita às margens do lago de mesmo nome. O dia é livre — e Wanaka convida à contemplação. A beira do lago é um convite constante: dá para entrar na água, caminhar pela orla, sentar e simplesmente olhar para as montanhas refletidas na superfície. Um dia de pausa que carrega intensidade do seu próprio jeito.
    Pernoite: Wanaka.

 

  • Dia 14 — Wanaka | Trek Roys Peak — o mirante mais fotografado da Nova Zelândia
    O trekking mais fotografado da Nova Zelândia. Roys Peak sobe 16 km de ida e volta com 1.578 m de altimetria, e ao longo do caminho oferece vários pontos de observação de tirar o fôlego — cada um com o lago Wanaka e as montanhas ao fundo em uma composição diferente. Não é obrigatório chegar ao cume: os mirantes intermediários já justificam cada passo da subida.
    Distância: 16 km ida e volta.
    Ganho de elevação: 1.578 m positivo.
    Pernoite: Wanaka.

 

  • Dia 15 — Wanaka › Mount Cook Village | Transfer para a base da montanha mais alta da Nova Zelândia
    Três horas de transfer até Mount Cook Village, um vilarejo encravado entre geleiras e picos que ultrapassam os 3.000 metros. O Aoraki Mount Cook — "perfurador de nuvens" em maori — é o teto da Nova Zelândia e um dos destinos de trekking mais impressionantes de toda a Oceania. Chegando, há tempo para passear pela vila e subir até o mirante, onde a montanha se revela em toda a sua escala. Difícil não ficar em silêncio na frente dela.
    Pernoite: Mount Cook Village.

 

  • Dia 16 — Mount Cook | Trek até o lago glacial
    Trekking até o lago formado pelo degelo das geleiras do Mount Cook — um percurso de 11 km com apenas 150 m de altimetria, mas de uma beleza absolutamente singular. A cor da água, turquesa e opaca pelo sedimento glacial, contrasta com o branco permanente das encostas. É um dos cenários mais evocativos do roteiro: grandiosidade sem esforço extremo.
    Distância: 11 km.
    Ganho de elevação: 150 m positivo.
    Pernoite: Mount Cook Village.

 

  • Dia 17 — Mount Cook | Ice Trekking e transfer de helicóptero
    O encerramento perfeito para qualquer roteiro de trekking pela Nova Zelândia. Um helicóptero leva o grupo diretamente para as geleiras do Mount Cook, onde começa o ice trekking — 2 horas caminhando sobre gelo milenar, entre seracs, crevasses e a paisagem mais surreal da viagem. Em seguida, o retorno de helicóptero oferece uma perspectiva aérea da montanha que poucas pessoas têm o privilégio de ver. Fim de expedição à altura do que foi vivido.
    Pernoite: Mount Cook Village.

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  • Dia 18 — Mount Cook › Queenstown › Brasil | Retorno
    Transfer de 3 horas até o aeroporto de Queenstown para o voo de retorno com escala em Auckland. A Nova Zelândia fica para trás pela janela — mas a sensação de ter estado lá não vai a lugar nenhum.

Já está na sua viagem:

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  • Todas as hospedagens em casas e em hotéis 3 estrelas

  • Todas as licenças, permissões, navegações

  • Aluguel da bicicleta para o dia em Te Anau

  • Transfer ida e volta de helicóptero de Mount Cook Village até as encostas do Mount Cook

  • Todos os transfers rodoviários em vans

  • Todo equipamento de segurança para os trekkings

  • Guia da Latitude 51, 24h com o grupo

  • Seguro viagem

O que você precisa providenciar e pode contar com nosso apoio:

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  • Transporte aéreo ida e volta e o vôo interno de Auckland para Queenstown

  • Bebidas

  • Refeições

  • Jantares

  • Equipamentos individuais

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