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Grand Tour des Combins

Verbier, Suíça, e Vale de Aosta, Itália

O Grand Tour des Combins é uma volta completa ao redor do Grand Combin, um dos maciços mais imponentes dos Alpes, passando pela Suíça e pela Itália. É um pouco mais exigente que o Tour du Mont Blanc, e muita gente escolhe justamente por isso: menos gente na trilha e a sensação de estar longe de tudo.

Em 12 dias, com cerca de 105 km de caminhada, você dorme em cabanas e refúgios, cruza colos de pedra, passa pela Reserva Natural Haut Val de Bagnes, atravessa a fronteira para o Vale de Aosta e volta à Suíça depois de uma noite no Hospice du Grand-Saint-Bernard, o hospício dos cães São Bernardo, de quase mil anos. O Grand Combin muda de cara a cada etapa, e a gente também.

É uma viagem de esforço e recompensa, em setembro, quando as trilhas ficam mais quietas. O grupo tem até 10 pessoas e é acompanhado por guia suíça e brasileira.

Próximas saídas:
2027: 11/09 a 22/09

grupos de até 10 pessoas

Dificuldade: médio a exigente

a partir de 4.800 CHF

valor para quarto duplo ou triplo em hotel e quarto coletivo nos refúgios

Dia 1: encontro em Verbier
O grupo se reunirá em Verbier, no Val de Bagnes, uma das mais renomadas estações de esqui da Suíça. Situada em um terraço ensolarado a cerca de 1.500 metros de altitude, a vila combina chalés tradicionais, charme alpino e vistas magníficas. Daqui, já podemos admirar o maciço dos Combins, que vamos contornar nos próximos dias. Um primeiro encontro com as montanhas que serão o cenário da nossa aventura.
Pernoite: Verbier.

Dia 2: dia livre em Verbier
Dia livre para explorar Verbier com calma, passear entre os chalés, aproveitar os cafés, fazer compras e apreciar a paisagem alpina. Também vamos dedicar um tempo à organização do material, à preparação das mochilas para o trekking e à separação da mala que ficará em Verbier durante o circuito. À noite, nos reuniremos para as últimas orientações antes de começar a caminhada.
Pernoite: Verbier.

Dia 3: Mauvoisin até a Cabane de Chanrion
10,5 km, 890 m de subida e 300 m de descida, cerca de 4h de caminhada, sem contar as pausas
Nosso trekking começa em Mauvoisin, diante da barragem em arco mais alta da Europa, com impressionantes 250 metros de altura. Ao caminhar sobre a barragem, teremos vistas espetaculares do lago azul turquesa cercado por montanhas, geleiras e do vale abaixo.
Estamos na Reserva Natural do Haut Val de Bagnes, onde seguiremos por pastagens alpinas utilizadas pelos rebanhos de vacas da raça Hérens, símbolo das tradições do Valais.
O caminho passa pelos alpages de Giétroz e pelo lago de Tsofeiret antes de alcançar o colo de mesmo nome, a 2.621 metros. Logo após o colo, passaremos por um curto trecho mais íngreme, equipado com correntes para auxiliar a descida.
Isolada no fundo do vale, a cabana de Chanrion combina o acolhimento dos refúgios alpinos com instalações renovadas e uma sala de refeições com amplas janelas abertas para as montanhas.
Pernoite: Cabane de Chanrion, 2.462 m.

Dia 4: Cabane de Chanrion até o Rifugio Champillon, Itália
20 km, 1.600 m de subida e 1.800 m de descida, cerca de 8h30 de caminhada, sem contar as pausas
Partiremos da Cabane de Chanrion pelas pastagens de Grand Charmotane, em um cenário grandioso de geleiras e picos alpinos, como La Ruinette, com 3.875 metros, e o Mont Blanc de Cheilon, com 3.870 metros. A geleira de Otemma, uma extensa língua de gelo que ocupa o fundo do vale, é um dos destaques da paisagem.
Após uma subida inicialmente mais íngreme, o caminho fica progressivamente mais suave até a Fenêtre de Durand, a cerca de 2.800 metros, entre o Mont Gelé e o Mont Avril. Essa passagem liga o Val de Bagnes, na Suíça, ao Vale de Aosta, na Itália, e guarda histórias de comércio e de travessias clandestinas. Por aqui passaram filhotes de íbex, que contribuíram para a reintrodução da espécie na Suíça no início do século XX.
Do lado italiano, o belíssimo lago Fenêtre, a cerca de 2.710 metros, surge como uma joia entre as encostas rochosas. Seguiremos pelas pastagens de Thoules e pela região de By. A etapa termina com a subida ao Rifugio Champillon Adolphe Letey, acima das pastagens, com uma ampla vista para o vale de Ollomont e as montanhas ao redor.
Será uma jornada longa e fisicamente exigente, tanto pela distância quanto pelos desníveis acumulados, com a recompensa de passar mais uma noite em um refúgio em plena paisagem alpina.
Pernoite: Rifugio Champillon Adolphe Letey, 2.465 m.

Dia 5: Rifugio Champillon até Saint-Rhémy-en-Bosses, Itália
12,6 km, cerca de 5h10 de caminhada, sem contar as pausas
Partiremos do Rifugio Champillon Adolphe Letey por uma subida mais íngreme até o Col de Champillon. No alto, o esforço é recompensado por um panorama magnífico: o Grand Combin domina a paisagem, enquanto, a oeste, se abre a vista para a cadeia do Mont Blanc.
Desceremos pelo vale de Menouve antes de seguir até as pastagens de Combe Germain. O percurso acompanha então o Ru d’Eternod, um canal de irrigação tradicional, atravessando uma bela floresta de lariços em direção a Barasson. De lá, continuaremos a descida até Saint-Rhémy.
Aos pés do passo do Grand-Saint-Bernard, o município de Saint-Rhémy-en-Bosses preserva o charme de seus vilarejos e as tradições do Vale de Aosta. É conhecido pelo Vallée d’Aoste Jambon de Bosses DOP, um presunto cru maturado em altitude e uma das especialidades da gastronomia local. Nosso pernoite será em Saint-Léonard, um dos vilarejos do município.
Pernoite: Saint-Léonard, 1.619 m.

Dia 6: Saint-Rhémy-en-Bosses até o Rifugio Frassati
10,9 km, 1.229 m de subida e 292 m de descida, cerca de 4h30 de caminhada, sem contar as pausas
Partiremos de Saint-Léonard, atravessando pequenos povoados de casas de pedra, típicos do Vale de Aosta, antes de subir pela belíssima Comba de Merdeux. Entre pastagens alpinas e encostas imponentes, o caminho revela um cenário amplo e tranquilo, que convida a contemplar os detalhes da paisagem. Uma etapa sem dificuldades técnicas particulares, mas com uma subida que exige disposição.
Nosso destino é o Rifugio Pier Giorgio Frassati, próximo ao pequeno lago de Merdeux. Inaugurado em 2011, foi construído ao longo de três verões por jovens voluntários da Operazione Mato Grosso, que transportaram grande parte dos materiais nas próprias costas.
Essa história tem uma ligação especial com o Brasil: o movimento nasceu em 1967, quando jovens italianos viajaram para Poxoréu, no Mato Grosso, para ajudar a construir uma escola e um ambulatório. O mesmo espírito de solidariedade inspirou a construção deste refúgio, cujo nome homenageia Pier Giorgio Frassati, apaixonado pelas montanhas e dedicado a ajudar os mais necessitados. Um lugar acolhedor, onde a beleza dos Alpes se encontra com uma história de generosidade.
Pernoite: Rifugio Pier Giorgio Frassati, 2.542 m.

Dia 7: Rifugio Frassati até o Hospice du Grand-Saint-Bernard
Partiremos do Rifugio Frassati em direção ao Col des Ceingles, a 2.817 metros, em um cenário de encostas rochosas e montanhas imponentes. Depois de descer pela Comba des Thoules, uma nova subida nos levará ao Col de Saint-Rhémy, a 2.563 metros. Seguiremos por Praz de Farcoz até o passo do Grand-Saint-Bernard, onde voltaremos à Suíça.
À chegada, o lago cercado por montanhas e os edifícios históricos anunciam um lugar especial. Há séculos, essa passagem conecta os dois lados dos Alpes, recebendo comerciantes, peregrinos e viajantes. Foi para acolhê-los e protegê-los que Bernard de Montjoux fundou o hospício, por volta de 1050.
Também foi aqui que os cães São Bernardo ganharam fama pelos resgates de viajantes na neve. Passaremos a noite no Hospice du Grand-Saint-Bernard, onde a comunidade religiosa mantém viva a tradição de hospitalidade há quase mil anos. Mais do que uma parada no trekking, uma experiência de acolhimento em um dos lugares mais marcantes da história dos Alpes.
Pernoite: Hospice du Grand-Saint-Bernard, 2.469 m.

Dia 8: Grand-Saint-Bernard até a Cabane de la Tsissette
20 km, 900 m de subida e 2.000 m de descida, cerca de 7h de caminhada, sem contar as pausas
Deixaremos o hospício e voltaremos à Itália por alguns quilômetros, descendo até as pastagens de Baou. Uma nova subida nos levará à Fenêtre de Ferret, onde cruzaremos novamente a fronteira para a Suíça. Diante de nós, surgem o magnífico Val Ferret e o maciço do Mont Blanc.
Seguiremos até os três lagos de Fenêtre, verdadeiras joias de altitude. O Mont Blanc se reflete nas águas, compondo um dos cenários mais belos do percurso. Uma paisagem que merece uma pausa para ser admirada com calma.
Ainda atravessaremos outros dois passos de montanha, com um trecho rochoso mais exigente tecnicamente, que pede atenção e firmeza nos pés. No Col du Névé de la Rousse, a cerca de 2.752 metros, a geologia chama a atenção: afloramentos claros de gipsita contrastam com os xistos escuros ao redor, criando uma paisagem de cores e texturas surpreendentes.
De lá, desceremos pela Combe de l’A, um vale protegido conhecido pela riqueza de sua fauna e diversidade mineral. Entre pastagens, encostas e o som do riacho, chegaremos à acolhedora Cabane de la Tsissette, no coração dessa reserva natural.
Pernoite: Cabane de la Tsissette, 2.009 m.

Dia 9: Cabane de la Tsissette até a Cabane de Mille
12,5 km, 1.219 m de subida e 763 m de descida, cerca de 5h10 de caminhada, sem contar as pausas
Sairemos da Cabane de la Tsissette e desceremos pela Combe de l’A até o pequeno vilarejo de Dranse. De lá, seguiremos para Liddes, onde começaremos a subida pela Trilha dos Gaviões, conhecida como Sentier des Éperviers.
Caminharemos pela floresta, à sombra das árvores e ao som dos riachos, até chegar às pastagens de Erra d’en Haut, a 2.264 metros. À medida que subimos, a vegetação fica mais baixa e a vista para as montanhas se abre. Nosso destino é a Cabane de Mille, no alto da crista que separa os vales de Entremont e Bagnes.
Depois de um dia de bastante subida, poderemos descansar no terraço do refúgio com uma vista espetacular. Dali, avistamos os Combins e vários picos do maciço do Mont Blanc, como as Grandes Jorasses, o Mont Dolent e a Aiguille d’Argentière. Ao longe, também aparecem os Alpes berneses.
Pernoite: Cabane de Mille, 2.471 m.

Dia 10: Cabane de Mille até a Cabane de Panossière
15 km, 1.219 m de subida e 1.065 m de descida, cerca de 6h de caminhada, sem contar as pausas
Esta é a etapa de tirar o fôlego do nosso trekking. Das encostas verdes do Val de Bagnes às geleiras do maciço dos Combins, veremos a paisagem se transformar ao longo do dia, até chegarmos bem perto das montanhas que estamos contornando.
Passaremos pela Cabane Brunet e pelas pastagens de Sery-Laly, onde as antigas construções de pedra contam a história da vida dos pastores e da criação das vacas Hérens. Aos pés do Petit Combin, os campos vão dando lugar às rochas, e o ambiente de alta montanha ganha cada vez mais espaço.
No Col des Avouillons, teremos uma das vistas mais impressionantes da viagem: o Grand Combin diante de nós e a imensa geleira de Corbassière se estendendo pelo vale. A travessia da passarela suspensa acrescenta emoção à chegada a esse universo de gelo e pedra.
Nosso destino é a Cabane de Panossière, a 2.632 metros, construída sobre a moraina lateral da geleira, uma faixa de pedras e sedimentos deixados pelo gelo. É nesse cenário que passaremos a noite, com o Grand Combin bem à nossa frente. Um lugar para largar a mochila, sentar e simplesmente admirar.
Pernoite: Cabane FXB de Panossière, 2.632 m.

Dia 11: Cabane de Panossière até Mauvoisin e retorno a Verbier
7 km, 275 m de subida e 1.065 m de descida, cerca de 3h de caminhada, sem contar as pausas
Nos despediremos de Panossière caminhando pela moraina da geleira de Corbassière, ainda envolvidos pela grandiosidade do maciço dos Combins. Aos poucos, o cenário de gelo e rocha dará lugar às encostas e pastagens do Val de Bagnes. Ao chegar aos pés da barragem de Mauvoisin, completaremos nosso circuito, de volta ao lugar onde começamos a caminhar.
Depois de tantos passos de montanha, paisagens surpreendentes e encontros com a fauna alpina, chegaremos a um lugar que também guarda histórias marcantes. Em 1818, o rompimento de uma barreira de gelo formada pela geleira de Giétroz provocou uma inundação devastadora no vale. Décadas depois, Mauvoisin se tornou um dos berços do turismo no Val de Bagnes: inaugurado em 1863, seu hotel recebia viajantes atraídos pelas geleiras e pelos seus majestosos picos.
E que tal uma torta de frutas com café ou uma taça de vinho no terraço do histórico Hôtel de Mauvoisin? Uma pausa para celebrar esses dias intensos, cheios de descobertas, desafios e histórias compartilhadas, antes de seguirmos para nosso hotel em Verbier.
Pernoite: Verbier.

Dia 12: despedida
Após dias intensos de aventura, paisagens extraordinárias e experiências inesquecíveis nos Alpes, chega o momento da despedida. Retorno a Genebra e encerramento da nossa viagem.

A programação pode ser adaptada às condições do tempo e das trilhas. A segurança do grupo orienta as decisões da guia.

Já está na sua viagem:

  • Guia suíça e brasileira, formada como Mountain Leader (UIMLA) na Suíça, com ampla experiência em trekking nos Alpes

  • Assessoria personalizada antes da expedição, com orientações de preparação e reuniões virtuais

  • Transporte de ida e volta entre Verbier e a barragem de Mauvoisin

  • Hospedagem em hotel 3 estrelas, cabanas e refúgios de montanha

  • Café da manhã, lanche de trilha e jantar nos dias de trekking, de 13/09 a 21/09

O que você precisa providenciar e pode contar com nosso apoio:

  • Passagens aéreas

  • Transporte entre o aeroporto de Genebra e Verbier, ida e volta

  • Bebidas e despesas pessoais

  • Equipamentos individuais de trekking

  • Refeições dos dias 11/09, 12/09 e 22/09 (chegada, dia livre e despedida)

  • Seguro com cobertura para trekking

Perguntas frequentes

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O que é o Grand Tour des Combins?

É um circuito de trekking de 9 dias e 8 noites ao redor do imponente maciço do Grand Combin, que atinge 4.314 metros de altitude, entre a Suíça e a Itália, dentro de uma viagem de 12 dias. Mais selvagem e exigente que o famoso Tour du Mont Blanc, o percurso atravessa geleiras, morainas, lagos de altitude, passos de montanha e pastagens tradicionais. É uma imersão nos Alpes, longe das rotas mais movimentadas, onde a natureza e as tradições locais são as grandes protagonistas.

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Quando é a próxima saída do Grand Tour des Combins?

A próxima saída é de 11/09 a 22/09 de 2027, para grupos de até 10 pessoas. Setembro é uma época especial nas montanhas, com trilhas mais tranquilas e ar mais limpo.

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Qual é o nível de dificuldade?

É um trekking exigente, recomendado para pessoas com boa experiência em caminhadas de montanha e excelente preparo físico. As etapas variam de 4 a mais de 8 horas de caminhada, com desníveis positivos superiores a 1.200 metros em alguns dias. O terreno é variado, com subidas íngremes, descidas longas, trilhas bem marcadas, rochosas e passagens em altitude. É uma experiência ideal para quem já fez trekkings de vários dias e procura um novo desafio nos Alpes.

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Qual a diferença entre o Grand Tour des Combins e o Tour du Mont Blanc?

O Tour du Mont Blanc contorna o Mont Blanc, passando por França, Itália e Suíça, e é bem mais movimentado. O Grand Tour des Combins contorna o Grand Combin entre a Suíça e a Itália, com menos gente na trilha, cenário mais selvagem e etapas em geral mais exigentes.

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Como é atravessar da Suíça para a Itália a pé?

Durante o circuito cruzamos a fronteira entre a Suíça e a Itália por caminhos históricos e passos de montanha, sem passar por postos fronteiriços tradicionais. Em poucas horas de caminhada mudamos de país, de idioma e de cultura, e descobrimos como a vida alpina se desenvolveu dos dois lados da fronteira.

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Como é dormir em cabanas e refúgios de montanha?

São lugares simples, acolhedores e instalados em cenários extraordinários, muitas vezes longe de qualquer estrada. Os quartos e banheiros são compartilhados e o ambiente é de convivência entre montanhistas. Depois de um dia intenso de caminhada, o jantar costuma ser generoso, com sopa, salada, prato principal e sobremesa.

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Por que fazer esse trekking em setembro?

Setembro é um período especial nas montanhas suíças. As paisagens ganham novas tonalidades, os mirtilos silvestres estão maduros e as vacas descem dos alpages para os vales. As manhãs podem ser frias e as tardes agradáveis, o ar costuma estar mais limpo e as trilhas ficam menos movimentadas. Mas estamos nos Alpes: o tempo pode mudar rápido, inclusive com possibilidade de neve, e o roteiro pode ser adaptado conforme as condições, sempre priorizando a segurança do grupo.

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Quem guia e quantas pessoas participam?

O grupo é limitado a 10 participantes, para uma experiência mais próxima, com atenção ao ritmo e às necessidades de cada pessoa. A expedição é conduzida por uma guia suíça e brasileira, formada na Suíça como Mountain Leader (UIMLA), com vasta experiência em trekkings alpinos e profundo conhecimento da região. A aventura começa antes de colocar as botas: você conta com assessoria na preparação, orientações sobre equipamentos, condicionamento físico e reuniões virtuais para tirar dúvidas.

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