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Nova Zelândia

Trekking na Terra dos Kiwis — Ilha Norte e Ilha Sul em
18 dias de expedição

A Nova Zelândia é um dos destinos de trekking mais extraordinários do mundo — um arco de ilhas moldado por vulcões ativos, fiordes milenares e picos nevados que mergulham diretamente no Pacífico Sul. Aqui, a distância do restante do mundo não é uma limitação: é a própria essência da experiência.

Nesta expedição de trekking de 18 dias pela Nova Zelândia, percorremos a Ilha Norte e a Ilha Sul com uma mistura de aventura, contemplação e movimento. Da ebulição geotérmica do Parque Nacional Tongariro ao silêncio absoluto de Milford Sound, do azul hipnótico do lago Wanaka às geleiras eternas do Mount Cook, cada dia oferece uma paisagem que desafia qualquer referência anterior.

Este roteiro de trekking pela Nova Zelândia foi desenhado para quem quer mais do que turismo: quer sentir o chão sob os pés, o vento no rosto e a satisfação de chegar no topo — sempre acompanhado de guia brasileiro e com toda a estrutura da Latitude 51.

2026:
25/11 a 15/12

Dificuldade:

a partir de 6.700 USD

valor para quarto duplo ou triplo, à vista no pix

ou 6.970 em até 6x no cartão de crédito

  • Dia 01 — Auckland | Chegada e primeiro contato com a cidade
    Recepção no aeroporto de Auckland e traslado ao hotel. A maior cidade da Nova Zelândia recebe com sua silhueta marcada pela Sky Tower e pela generosa baía de Waitemata. O dia é dedicado ao descanso e a um passeio exploratório — tempo para calibrar o relógio, respirar o ar do Pacífico e sentir que a aventura está prestes a começar.
    Pernoite: Auckland.

  • Dia 02 — Auckland › Taupo | Transfer pelo coração da Ilha Norte
    Saída de Auckland em direção ao sul, rumo ao centro geotérmico da Ilha Norte. São aproximadamente 4 horas de deslocamento, mas o trajeto em si já é parte da experiência: as paisagens vão se transformando de metrópole em campo aberto, com fazendas, morros ondulantes e horizontes que parecem não ter fim. Fazemos paradas ao longo do caminho para contemplar a paisagem e almoçar. Chegando em Taupo, há tempo para um passeio tranquilo às margens do maior lago da Nova Zelândia — o lago Taupo, que na verdade é a cratera de um supervulcão. A escala impressiona.
    Pernoite: Taupo.

  • Dia 03 — Taupo › Tongariro | Kayak no lago e transfer para as sombras do vulcão
    O dia começa na água. Duas horas de kayak remando pelo lago Taupo, entre o reflexo das montanhas e a bruma da manhã — uma introdução suave antes dos dias mais intensos que virão. À tarde, deslocamento de 2 horas até a região de Tongariro, onde o cenário muda radicalmente: os vulcões dominam o horizonte e a paisagem assume um caráter lunar e imponente. Chegando, há tempo para passear e absorver o ambiente único das Terras Altas vulcânicas da Nova Zelândia.
    Pernoite: Tongariro.

  • Dia 04 — Tongariro | Tongariro Alpine Crossing — o trekking mais famoso da Nova Zelândia
    Um dos trekking mais icônicos do mundo. A Tongariro Alpine Crossing percorre 20 km e acumula 1.800 m de altimetria, bordejando o vulcão Tongariro entre crateras esmeralda, campos de lava endurecida e vistas que chegam até o horizonte do Mar de Tasman. O percurso é exigente e tecnicamente variado — um dos momentos mais memoráveis de qualquer roteiro de trekking pela Nova Zelândia. Ao final da travessia, um transfer aguarda para levar o grupo de volta à base.
    Distância: 20 km.
    Ganho de elevação: 1.800 m positivo.
    Pernoite: Tongariro.

  • Dia 05 — Tongariro › Coromandel | Transfer para a costa norte
    Longa jornada de transfer até a Península de Coromandel, um dos destinos mais queridos da Ilha Norte — e um dos menos conhecidos por quem vem de fora. São 4 horas de deslocamento, saindo de manhã e chegando por volta do almoço. Acomodados na casa, a tarde é livre para explorar a vila costeira, com suas ruas tranquilas, belas praias e o charme de um lugar que ficou à margem do turismo de massa.
    Pernoite: Coromandel.

 

  • Dia 06 — Coromandel | Trek Coastal Walkway
    Dez quilômetros beirando o Pacífico. A Coastal Walkway é uma das trilhas mais panorâmicas da Ilha Norte, com o mar acompanhando cada passo e a vegetação nativa emoldurando o caminho. O ritmo é tranquilo, o cenário é constante, e a sensação de caminhar entre o verde e o azul do oceano é exatamente o tipo de experiência que faz o trekking pela Nova Zelândia ser tão único.
    Distância: 10 km.
    Pernoite: Coromandel.

 

  • Dia 07 — Coromandel | Trek Cathedral Cove e praia de Hahei
    Um dos pontos mais icônicos da Ilha Norte. A trilha até Cathedral Cove percorre 8 km de ida e volta por um caminho que vai revelando formações rochosas cada vez mais dramáticas, até chegar ao arco natural de pedra aberto para o mar — uma catedral de rocha que surpreende mesmo quem já viu nas fotos. A praia de Hahei, ao redor, é um convite irrecusável: areia branca, água cristalina e temperatura agradável para entrar no oceano. Dia de trilha e praia em dose dupla.
    Distância: 8 km ida e volta.
    Pernoite: Coromandel.

  • Dia 08 — Coromandel › Auckland › Queenstown | Travessia para a Ilha Sul
    Entregamos o carro em Auckland e embarcamos no voo de 2 horas que faz a travessia entre as duas ilhas. O contraste é imediato: Queenstown recebe com montanhas mais agressivas, lagos mais escuros e um ar que já cheira à Patagônia. A cidade, conhecida como a capital mundial da aventura e ponto de partida para alguns dos melhores trekking da Nova Zelândia, oferece um passeio animado à noite, com restaurantes à beira do lago e o burburinho de viajantes do mundo inteiro.
    Pernoite: Queenstown.

  • Dia 09 — Queenstown | Passeio pela cidade e Queenstown Gardens
    Dia para habitar a cidade com calma. A caminhada beira o lago Wakatipu, um dos mais belos da Nova Zelândia, com as montanhas Remarkables como cenário permanente. O Queenstown Gardens é um capítulo à parte: um parque inteiro dedicado às flores e árvores nativas, com bordas que chegam até o lago — um contraste surpreendente com a intensidade dos trekking que estão por vir.
    Pernoite: Queenstown.

  • Dia 10 — Queenstown | Trek Ben Lemond
    O grande trekking de Queenstown. Ben Lemond sobe 14 km de ida e volta com 1.050 m de ganho de elevação — uma subida longa e recompensadora que termina em um dos panoramas mais completos da Nova Zelândia: o lago Wakatipu lá embaixo, a cidade que parece um modelo em miniatura e os Alpes do Sul se estendendo até onde a vista alcança.
    Distância: 14 km ida e volta.
    Ganho de elevação: 1.050 m positivo.
    Pernoite: Queenstown.

  • Dia 11 — Queenstown › Te Anau | Transfer e bike à beira do lago
    Hora de seguir para o sul. Uma hora e meia de transfer até Te Anau, a porta de entrada para os fiordes e para alguns dos cenários mais impressionantes de toda a viagem. A cidade fica às margens do lago homônimo — o segundo maior da Nova Zelândia — e recebe com uma tranquilidade que contrasta com o agito de Queenstown. À tarde, 2 horas de bike no plano, acompanhando as margens do lago: um jeito suave e prazeroso de explorar a região.
    Pernoite: Te Anau.

 

  • Dia 12 — Milford Sound | Navegação no fiorde mais famoso da Nova Zelândia
    O dia começa com 2h30 de transfer até Milford Sound — e o percurso já vale a viagem, com a estrada cortando o Parque Nacional de Fiordland entre montanhas verticais e cascatas que despencam direto na pista. Chegando, embarcamos para 3 horas de navegação por um dos fiordes mais espetaculares do planeta: paredes de rocha com centenas de metros de altura, cascatas permanentes, golfinhos e leões-marinhos compondo um cenário que parece impossível. A navegação em Milford Sound é, para muitos viajantes, o momento mais marcante de todo o roteiro de trekking pela Nova Zelândia. Ao final, retorno a Te Anau.
    Pernoite: Te Anau.

 

  • Dia 13 — Te Anau › Wanaka | Transfer e dia livre
    Transfer de 2 horas até Wanaka, uma cidade pequena e extraordinariamente bonita às margens do lago de mesmo nome. O dia é livre — e Wanaka convida à contemplação. A beira do lago é um convite constante: dá para entrar na água, caminhar pela orla, sentar e simplesmente olhar para as montanhas refletidas na superfície. Um dia de pausa que carrega intensidade do seu próprio jeito.
    Pernoite: Wanaka.

 

  • Dia 14 — Wanaka | Trek Roys Peak — o mirante mais fotografado da Nova Zelândia
    O trekking mais fotografado da Nova Zelândia. Roys Peak sobe 16 km de ida e volta com 1.578 m de altimetria, e ao longo do caminho oferece vários pontos de observação de tirar o fôlego — cada um com o lago Wanaka e as montanhas ao fundo em uma composição diferente. Não é obrigatório chegar ao cume: os mirantes intermediários já justificam cada passo da subida.
    Distância: 16 km ida e volta.
    Ganho de elevação: 1.578 m positivo.
    Pernoite: Wanaka.

 

  • Dia 15 — Wanaka › Mount Cook Village | Transfer para a base da montanha mais alta da Nova Zelândia
    Três horas de transfer até Mount Cook Village, um vilarejo encravado entre geleiras e picos que ultrapassam os 3.000 metros. O Aoraki Mount Cook — "perfurador de nuvens" em maori — é o teto da Nova Zelândia e um dos destinos de trekking mais impressionantes de toda a Oceania. Chegando, há tempo para passear pela vila e subir até o mirante, onde a montanha se revela em toda a sua escala. Difícil não ficar em silêncio na frente dela.
    Pernoite: Mount Cook Village.

 

  • Dia 16 — Mount Cook | Trek até o lago glacial
    Trekking até o lago formado pelo degelo das geleiras do Mount Cook — um percurso de 11 km com apenas 150 m de altimetria, mas de uma beleza absolutamente singular. A cor da água, turquesa e opaca pelo sedimento glacial, contrasta com o branco permanente das encostas. É um dos cenários mais evocativos do roteiro: grandiosidade sem esforço extremo.
    Distância: 11 km.
    Ganho de elevação: 150 m positivo.
    Pernoite: Mount Cook Village.

 

  • Dia 17 — Mount Cook | Ice Trekking e transfer de helicóptero
    O encerramento perfeito para qualquer roteiro de trekking pela Nova Zelândia. Um helicóptero leva o grupo diretamente para as geleiras do Mount Cook, onde começa o ice trekking — 2 horas caminhando sobre gelo milenar, entre seracs, crevasses e a paisagem mais surreal da viagem. Em seguida, o retorno de helicóptero oferece uma perspectiva aérea da montanha que poucas pessoas têm o privilégio de ver. Fim de expedição à altura do que foi vivido.
    Pernoite: Mount Cook Village.

  • Dia 18 — Mount Cook › Queenstown › Brasil | Retorno
    Transfer de 3 horas até o aeroporto de Queenstown para o voo de retorno com escala em Auckland. A Nova Zelândia fica para trás pela janela — mas a sensação de ter estado lá não vai a lugar nenhum.

Já está na sua viagem:

  • Todas as hospedagens em casas e em hotéis 3 estrelas

  • Todas as licenças, permissões, navegações

  • Aluguel da bicicleta para o dia em Te Anau

  • Transfer ida e volta de helicóptero de Mount Cook Village até as encostas do Mount Cook

  • Todos os transfers rodoviários em vans

  • Todo equipamento de segurança para os trekkings

  • Guia Brasileiro 24h

  • Seguro viagem

O que você precisa providenciar e pode contar com nosso apoio:

  • Transporte aéreo ida e volta e o vôo interno de Auckland para Queenstown

  • Bebidas

  • Refeições

  • Jantares

  • Equipamentos individuais

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