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Uma reviravolta no caminho: minha experiência com as botas Salomon

De desconfiança a gratidão: como uma aventura no Tour du Montblanc mudou minha percepção sobre equipamentos de montanha





Nunca gostei das botas da @salomon, sempre achei que as danadas tem um design esquisito e nunca entendi a razão de nunca terem usado o solado VIBRAN na sua constituição.


Até que no dia 18 de agosto de 2022, guiando no Tour du Montblanc, as coisas mudaram.


Chegando em Les Houches, no final do primeiro dia do tour, minha bota espanou (calculei mal, achava que aguentaria os 11 dias que faltavam!!!).


O mais rápido possível acomodei os clientes na hospedagem e sai correndo pelo comércio da simpática vila, procurando uma loja de equipamentos de montanha para comprar botas novas.


Achei duas lojas. Para todos as vendedores que me atendiam. perguntava se tinham as marcas tradicionais, SALEWA, MAMMUT, LASPORTIVA, SCARPA, etc...mas a única resposta que ouvia era, NOM MON SEGNEUR NOUS N'AVOUS QUE SALOMON.


Ou seja, só tem tu, vai tu mesmo. Comprei a tal da SALOMON, sem o confiável solado VIBRAN, pqp!!!!!


Bom pessoal, desde o fatídico 18 de agosto de 2022 até hoje, fiz não sei quantas expedições, em tudo quanto tipo de clima, com sol, chuva, neve, lama, pedra solta, rocha, lama, areia, mato baixo, mato alto, brejo e todo terreno que vcs puderem imaginar. As danadas dessas botas nunca me deixaram na mão.


SALOMON, meu conceito mudou completamente, parabéns!!!


Hoje, 29 de março de 2024, depois de mais de 1.500km caminhados por este mundão, elas se aposentam com todas as honras de um trekkeiro velho de guerra.


Vai ficar saudade!!!


Ps: esse post não é patrocinado.

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